Domingo é dia dos namorados, e como em todos os anos, o pessoal apaixonado troca presentes, vê um filminho romântico e aproveita pra se esquentar desse frio glacial com chocolates, mimos e muito carinho. Mas saiba que o amor e suas pretensões sempre existiu, tanto nessa época quanto nas mais moralistas.

E se já é difícil hoje, imagina antes? Ainda mais pro pessoal excêntrico que escreveu seu nome na história por motivos também românticos? Contudo, esteja acompanhado ou sozinho em qualquer tempo, o importante é se sentir bem consigo mesmo e sabendo da fofoca histórica do povo, afinal todo mundo é humano, principalmente para amar. Happy Valentine's Day! 


1 - Luís XVI e Maria Antonieta

A garota visionária retratada no filme de Sofia Coppola passou por poucas e boas em seu casamento com Luís XVI ou Delfim da França, como todos costumavam chamar. Ser rainha custou-lhe um matrimônio aos 14 anos com um garoto de 18 anos mais imaturo que ela. Como resultado ambos demoraram anos pra realmente consumar o casamento direito, pressionados por um herdeiro. Assim, enquanto o marido foi considerado pela história como um rei parvo, Maria Antonieta levou a fama de mimada e promiscua nos rumores de casos com suas damas de companhia e cavalheiros da corte. Acabou morta 9 meses após a execução de seu marido aos 37 anos.  

2 - Zelda e F. Scott Fitzgerald

Escritores famosos dos anos 20 que representaram uma geração de primeiros artistas modernos. Ambos flertavam, mas eram hora muito liberais, hora ciumentos mortais, além de usarem o casamento como inspiração em suas obras causando brigas homéricas. Tiveram tantos altos e baixos com mudanças, drogas, alcoolismo e noitadas que o fim não podia ser outro senão ela no hospício e ele em Hollywood escrevendo roteiros nos anos 30. 

3 - Leonor de Aquitânia e Henrique II

Um caso de amor e guerra, assim pode ser definida a relação entre Leonor e Henrique. Ela era a mulher mais poderosa de sua época, herdeira do trono Inglês e Francês, aos 15 anos era a noiva mais desejada da Europa e o eleito foi Luis VII da França em 1137. Porém, divergências políticas, territoriais e traições sem fim acabaram com a união. Logo depois, Leonor casou-se com Henrique, primo de 3° grau, 11 anos mais novo que ela, cujo filho do casal nasceu bem prematuro, mas com aparência de 9 meses. Fofoca! kkk De novo por traições, que incluem até o sogro dela, se separaram e Henrique a encarcerou por 16 anos alegando complô. A mulher só conseguiu paz com a morte dele em 1189. 

4 - Abelardo e Heloísa

No maior estilo Romeu e Julieta, Abelardo e Heloísa foram impedidos de ficarem juntos. Ele um professor de teologia de 36 anos que tinha em Heloísa uma aluna de 17. Na Paris da Idade Média, onde professores que se envolviam com seus alunos recebiam punições severas da igreja, o professor Abelardo acabou engravidando a fidalga Heloísa. Tudo ia bem, pois o rapaz assumiu Heloísa para o tio e se casou com ela. Porém, com a revolta da sociedade, o tio voltou atrás e denunciou-o para a igreja, além de o punir com castração. Resultado - os dois foram separados pra sempre! Abelardo se tornou monge e Heloísa se tornou abadessa do convento. Eles trocaram cartas de amor pelo resto da vida e seus restos mortais descansam juntos pela eternidade no cemitério de Paris. 

5 -  Bill Masters e Virginia Johnson

Um casal sexualmente científico, assim pode-se descrever Bill e Virginia, pois ambos faziam parte de pesquisas pioneiras sobre a sexualidade humana ainda nos anos 50 chocando muita gente ao falar de reação sexual e desordens. Essa relação começou em 1957, quando ele a contratou como assistente e terminou 30 anos depois, quando se separaram acabando também com o estudo. Pode se saber mais desse casal conferindo a série Masters of Sex da HBO.


6 - Ana Bolena e Henrique VIII

Praticamente todo mundo já ouviu falar de Henrique VIII, e se ele é falado até hoje imagina no século XVI. O protagonista da série Tudors, fazia qualquer coisa por seus relacionamentos, inclusive ter 6 rainhas durante o reinado. Começou com Catarina de Aragão, com quem se casou de surpresa aos 14 anos, ela era cunhada e viúva do irmão mais velho que morreu aos 15. Mas as amantes de Henrique e a falta de um filho homem quase permitiram que um filho ilegítimo com a amante se tornasse rei se não tivesse morrido precocemente. Logo teve um caso com Maria, mas se encantou mesmo por Ana Bolena a ponto de pedir a separação. Não conseguiu, então simplesmente rompeu com a igreja católica e criou uma nova, a Anglicana, casando-se com a moça. Ela era independente, impetuosa e também não conseguia lhe dar filhos homens, então foi executada. Depois vieram Joana Seymour, que lhe deu o filho, mas morreu de complicações, Ana Cleves, com quem desmanchou para ficar com Catarina Howard, prima e dama de companhia de Ana Bolena. A 5° esposa era infiel e sem ter como sustentar as aparências, Henrique teve que mandar decapitá-la. Mas rei que é rei não perde a coroa e surgiu Catarina Parr, a viúva rica! Será que os nomes iguais eram pra ajudar na confusão? Essa foi uma boa esposa e o ajudou a se reconciliar com suas filhas e reino. Aff! Até que enfim!

7 - Shah Jahan e Mumtaz Mahal

Arjumand Bano Begum, popularmente conhecida como Mumtaz Mahal (Ornamento "do Palácio"), casou-se em 10 de maio de 1612 com a idade de 20 anos e veio a falecer ao dar à luz o 14º filho quando acompanhava Jahan a uma campanha militar em Burhanpur. A morte de Muntaz Mahal caiu como uma pedra sobre os ombros de Jahan, deixando-o em alguns meses com aparência de longos anos, já que seus cabelos e sua barba tornaram-se brancos como a neve. Jahan mandou construir um palácio sobre o túmulo da sua amada como uma homenagem póstuma. Chamado "Taj Mahal", é feito em mármore branco, rodeado de grandes jardins e com belas decorações.

8 - Frida Kahlo e Diego Rivera

Casa-se aos 22 anos com Diego Rivera, em 1929, um casamento tumultuado, visto que ambos tinham temperamentos fortes e casos extraconjugais. Kahlo, que era bissexual, teve um caso com Leon Trotski depois de separar-se de Diego. Rivera aceitava abertamente os relacionamentos de Kahlo com mulheres, mesmo elas sendo casadas, mas não aceitava os casos da esposa com homens. Frida descobre que Rivera mantinha um relacionamento com sua irmã mais nova, Cristina. Após essa outra tragédia de sua vida, separa-se dele e vive novos amores com homens e mulheres, mas em 1940 une-se novamente a Diego. O segundo casamento foi tão tempestuoso quanto o primeiro, marcado por brigas violentas. Ao voltar para o marido, Frida construiu uma casa igual à dele, ao lado da casa em que eles tinham vivido. Essa casa era ligada à outra por uma ponte, e eles viviam como marido e mulher, mas sem morar juntos. Encontravam-se na casa dela ou na dele, nas madrugadas.

9 -  Caio Calígula e Drusila

Drusila era, segundo os relatos, a favorita de Calígula. Havia rumores já na época de que ela seria também a sua amante e que assim ela teria conseguido tanta influência sobre o irmão. Ainda que as atividades dos dois possam ter parecido incestuosas na época, não se sabe se os dois de fato eram ou não amantes. A própria Drusila tinha uma má reputação por conta da relação próxima e chegou a ser comparada a uma prostituta por acadêmicos posteriores, que tentavam desacreditar Calígula. Alguns historiadores sugerem que Calígula teria outras motivações além do desejo ou do amor ao perseguir essas relações com as irmãs. É possível que ele estivesse deliberadamente copiando o padrão dos monarcas helênicos da Dinastia ptolemaica do Egito Antigo, na qual os casamentos entre irmãos que reinavam conjuntamente eram uma tradição e não um escândalo sexual.

10 - Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir

Durante outubro de 1929, Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir se tornaram um casal e, depois de serem confrontados por seu pai, Sartre a pediu em casamento. Um dia, enquanto estavam sentados em um banco fora do Louvre, ele disse: "Vamos assinar um contrato de dois anos". Perto do fim de sua vida, de Beauvoir afirmou: "O casamento era impossível. Eu não tinha dote." Então eles simplesmente mantiveram um relacionamento ao longo da vida. De Beauvoir escolheu nunca se casar e não constituiu uma família com Sartre, sendo que nunca teve filhos. Isto lhe deu tempo para conquistar um grau acadêmico avançado, para lutar por causas políticas, para viajar, escrever, ensinar e ter amantes. Apesar de De Beauvoir ter tido um relacionamento de longa data com Sartre, ela era conhecida por ter várias amantes do sexo feminino. 

11 - Sid Vicious e Nancy

Em novembro de 1977, Sid conheceu Nancy Spungen, por quem se apaixonou. Nancy era uma drogada que tentava a vida como prostituta em Nova York e acabou com fama de groupie, por correr atrás de vários astros do rock. Ninguém gostava dela, então ela arriscou a sorte na Inglaterra e foi parar no apartamento da amiga Linda, o mesmo de Sid e Johnny, bem na epóca que Sid entrou nos Sex Pistols. Nancy já era viciada em heroína, enquanto Sid ainda era virgem. A morte de ambos é misteriosa e envolve um possível pacto de suicídio.

12 - Oscar Wilde e Bosie

Em Maio de 1895, após três julgamentos, foi condenado a dois anos de prisão, com trabalhos forçados, por "cometer atos imorais com diversos rapazes". Wilde escreveu uma denúncia contra um jovem chamado Bosie, publicada no livro De Profundis, acusando-o de tê-lo arruinado. Bosie era o apelido de Lorde Alfred Douglas, um dos homens de que se suspeitava que Wilde fosse amante. Foi o pai de Bosie, o Marquês de Queensberry, que levou Oscar Wilde ao tribunal. No terrível período da prisão, Wilde redigiu uma longa carta a Douglas, que a chamou de De Profundis. A imaginação como fruto do amor é uma das armas que Wilde utiliza para conseguir sobreviver nas condições terríveis da prisão. Apesar das críticas severas a Douglas, ele ainda alimenta o amor dentro de si como estratégia de sobrevivência.

13 - Cleópatra, Júlio César e Marco Antônio

Durante seu reinado, ela não poupou esforços para seduzir homens poderosos com finalidades políticas. Descendente de uma linhagem de gregos macedônios, Cleópatra conquistou com 17 anos de idade o adúltero Júlio César, brilhante general que tornaria-se o mais conhecido governante do Império Romano, e aliou-se a ele para manter-se no poder no Egito. Com o assassinato de César, a rainha-amante caiu de amores por outro chefe militar romano, Marco Antônio, com quem viveu até sua precoce morte. Não há comprovação histórica se o comportamento da última rainha do Egito foi tão permissivo como contam as lendas a seu respeito.

14 - John Profumo e Christine Keeler

O maior e mais ameaçador escândalo sexual de todos os tempos envolveu o político britânico John Profumo e a bem conectada femme fatale Christine Keeler no começo dos anos 60. Profumo havia sido um dos heróis do Dia D - o desembarque aliado na Normandia na Segunda Guerra Mundial - e tinha um cargo equivalente ao de Ministro da Guerra no governo britânico. Frequentador das festas promovidas por Lorde Astor, foi numa delas que Profumo conheceu a showgirl Keeler. Mas ela não tinha amores apenas por Profumo. Christine era amante também de Yevgeny Eugene Ivanov, oficial da marinha soviética e provavelmente espião, e de um conhecido "cafetão" da nobreza chamado Stephen Ward. O caso amoroso entre Profumo, um homem casado e guardião de importantes segredos de Estados, e Keeler causou arrepios no MI5, o serviço secreto britânico. A preocupação era saber se Christine Keeler era uma espiã enviada pelos soviéticos e se as confissões na alcova feitas por Profumo eram compartilhadas em uma outra cama: a de Ivanov. Em 1963, uma desavença entre Christine e um antigo amante terminou na polícia e chamou a atenção da imprensa. As investigações levaram à revelação das ligações perigosas de Christine e ao fim da carreira política de Profumo. 

15 - Carlota Joaquina e Dom João VI

É fato sabido que ela tinha um fetichismo confesso em relação aos sapatos. Teve seu casamento arranjado, em 8 de maio de 1785 (com apenas dez anos de idade), com o Infante português D. João Maria de Bragança (futuro Dom João VI), àquela altura Senhor do Infantado e duque de Beja, sendo o segundo filho de D. Maria IRainha de Portugal (que mais tarde enlouqueceria). Esta virada dos acontecimentos conveio perfeitamente ao caráter ambicioso e até violento de Carlota. Desde cedo procurou intrometer-se nos assuntos de Estado, procurando influenciar as decisões do marido, muitas das vezes não se lhes submetendo; começou a desprezá-lo, recorrendo até à chantagem, à intriga e à pressão conjugal sempre que não conseguia os seus intentos. Viveu alguns anos afastada da política, sempre separada de seu marido, que então já havia sido aclamado Rei, por ter falecido D. Maria I em 1816, até que a revolução do Porto em 1820, que trouxe para a Europa a família real, pôs novamente em evidência a rainha, reunindo algum tempo os esposos.

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